Economia

Economia: serão lançados novos estímulos

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Neste sábado (20) a equipe do Economia Múndi traz para você, as informações sobre as novas medidas de estímulo ao crédito, que serão lançadas pelo Ministério da Economia. Então vamos conferir os detalhes.

O foco é a redução de taxas de juros, com isso o governo federal deve lançar já na próxima semana, medidas para que essa condição seja possível. Os dados foram informados pelo Adolfo Sachsida.

Ele é secretário de Política Econômica. Contudo ele também falou, que ainda não há uma previsão com as medidas de juros, ou os próprios custos ao Tesouro Nacional, usando as suas próprias palavras ele falou:

“Não há nenhum centavo de dinheiro público. As medidas são para instituir os marcos legais para melhorar as garantias das operações de crédito, a alocação de recursos com juros menores”.

Créditos de imagem pixabay

Tudo indica que a notícia deve vir na semana que vem, onde estão todos os envolvidos desta nova medida. Será uma cerimônia com a participação de outros ministérios e órgãos públicos.

Essa medida para economia já vem se arrastando

Se tudo der certo, essa nova medida sairá ainda esse ano de 2021, mas não é de hoje que os órgãos públicos estão cientes dessas alterações. Essa medida vem sendo construída desde 2019.

Entretanto, no ano em questão, os órgãos competentes não conseguiram avançar com as alterações. Essa ideia se baseia no fracionamento das garantias usadas nas operações de financiamentos.

Então oque deve acontecer é que, os bens que forem tomados como garantia de crédito, ficará sobre a responsabilidade de uma empresa ou pessoa, que poderá utilizar esse bem para negociar juros mais baixos.

Oque até o momento acontece de forma diferente, um patrimônio seja adquirido como uma garantia de crédito, fica completamente travado na instituição financeira.

Um dos principais motivos pelos juros altos no Brasil, é a falta de garantia na hora da tomada de crédito. Como uma medida, será criado uma figura da instituição Gestora de Garantias.

Estudo do Banco Central sobre as Taxas

Para uma melhor comparação, quando é feito um empréstimo com e sem uma garantia. O Banco Central realizou uma pesquisa que mostrou essa diferença.

Quando uma pessoa ou instituição faz um empréstimo pessoal não consignado tem uma taxa de juros acima de 92 pontos percentuais, acima da cobrança de um empréstimo com garantias.

Créditos de imagem pixabay

Mudança nas regras de empréstimos e impacto na economia

As regras do empréstimo consignado de beneficiários do INSS vai mudar em 2022. Então no ano que vem a margem consignável deve voltar a ser de 35% em consideração ao valor do benefício.

Vale lembrar, que essas regras foram alteradas devido a pandemia do Covid-19. Ainda nesse ano de 2021 até o mês de dezembro, os servidores do INSS seguem podendo ter uma quantia de 9 empréstimos.

Uma outra alteração que tivemos, foi a condição temporária de parcelamento do crédito consignado em até 48 meses. O prazo que era levado em consideração anteriormente era de 72 meses, ou seja 6 anos.

É importante saber, que até o final deste ano ainda segue a redução de carência para novos servidores. Essa redução é para o crédito consignado, que foi reduzido da quantidade de 90 para 30 dias.

Cuidado com juros menores

Por terem um juros mais baixos, os consignados são um tipo de crédito que pode ser descontado de forma direta da aposentadoria. Então essa taxa é de 1,4% ao mês para os servidores públicos e 1,7% para as pessoas que são beneficiárias do INSS.

Contudo essa taxa baixa, acaba atraindo muitas pessoas que não entendem, que no longo prazo isso pode se multiplicar de forma a ficar sem controle.

Advogada Cláudia Lima Marques falou um pouco sobre esse assunto:

“Falam 12 minutos com o idoso e não esclarecem que os juros do cartão de crédito consignado são diferentes dos juros do crédito consignado que o idoso está acostumado”, explicou ela.

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